PL proíbe venda e distribuição de sacolas plásticas totalmente sintéticas em supermercados de Porto Seguro

“Essa medida irá provocar uma mudança de hábito extremamente benéfica, sobretudo do ponto de vista ambiental”.

A declaração acima é do autor do Projeto de Lei Nº 024/19, vereador Evaí Fonseca, ao falar sobre a importância da proposta aprovada por unanimidade na sessão extraordinária desta terça-feira, 10, na Câmara Municipal de Porto Seguro.

As sacolas que constantemente são distribuídas em supermercados e comércio em geral são feitas de polietileno e polipropileno, duas substâncias sintéticas derivadas do petróleo que possuem menor custo, porém levam cerca de 50 a 100 anos para se decompor. Além disso o maior alerta é que quando descartadas no meio ambiente dispersam partículas de até 5 milímetros que se desfazem e poluem solo e rios, sendo com isso incorporadas à cadeia alimentar.

Já as sacolas biodegradáveis e biocompostáveis, feitas a partir de matérias orgânicas, têm o tempo de decomposição bem menor (cerca de três meses), reduzindo de forma drástica o impacto ambiental no descarte.

“Além das sacolas biodegradáveis tem-se também a opção das sacolas retornáveis, feitas de material mais resistente que atendem ao consumidor por um longo período de tempo. Devemos pensar no coletivo para garantir a preservação de nosso ecossistema”, destacou Evaí.
*Imagem Ilustrativa

Ascom – Gabinete Vereador Evaí Fonseca

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